ReliPress | RELIGIOUS LIFE PRESS

O Lutador

Publicação mensal do Instituto dos Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora. BR

Pela primeira vez, em tímido voo, a nossa modesta Revista vai suavemente pousar na remansosa romaria da família brasileira, a fim de gorjear os louvores de Nossa Mãe Santíssima.

Ela será mensal e substituirá o nosso tradicional Jornal, no intuito de mais frequentemente, e por um preço módico, estar ao alcance dos mais pobres. Impresso em nossa Gráfica, não sofrerá dos defeitos da impressão em papel jornal de que vinha eivado nosso O Lutador.

Será piedosa e porfiará por edificar as almas ao contato das virtudes de Maria, cuja vida nazarena será estudada à luz da devoção e da história.

Será instrutiva e proporcionará aos espíritos, que facilmente vacilam diante da objeção antirreligiosa, respostas às inteligências dos que dispõem de pouco tempo para estudos de fôlego.

Será noticiosa e dará um transunto dos fatos que mais interessarem à vida paroquial, assim como os relatórios de diversos grupos e movimentos eclesiais.

Será leve e jocosa e conterá anedotas pilhéricas, que façam passar hilariantes aragens de bom humor sobre os rostos anuviados pelas tristes contingências desta, às vezes, tão penosa existência.

Será poética e dará às Musas Cristãs direito de cidade para que, nas cordas de suas liras, a poesia singela possa dedilhar as loas dessa Rainha da Harmonia que os anjos acolheram, no dia da Assunção, ao mavioso ressoar de mil cânticos.

Será a Revista algo enciclopédico, algo romeiro e, audazmente, percorrerá os diversos países a fim de notar, sobre o seu caminho, os acontecimentos mundiais que merecem ocupar a atenção dos nossos leitores.

Será litúrgica e anunciará os grandes momentos e acontecimentos da Igreja.

Enfim, a Revista será mensageira de paz e de luz, de instrução e de recreio, de piedade para com Deus e para com o próximo.

E agora, pode ir desempenhar sua tarefa de consolar, de instruir e de fortalecer as pessoas na fé e na prática dos deveres cotidianos.

Fará como o cavalheiro da lenda medieval: jazia este, ao lado de um regato e por muitas feridas fugia-lhe a vida, quando, perto de si, reparou uma florzinha ressequida que parecia morrer à falta de uma gota que a refrescasse. Movido de compaixão, o cavalheiro lançou mão do capacete, estendeu o braço e hauriu um pouco de água do marulhante córrego. Regou a pendida flor que, num ápice, renasceu e retomou suas cores vivazes. E, satisfeito desta última obra de caridade, o bom do cavalheiro adormeceu mansamente na paz do Senhor.

Se um copo de água dado a um pobre, se umas gotas de orvalho dadas a uma flor têm o seu mérito, a Revista O Lutador, esperançada de operar algum bem, tem a certeza de não ficar sem méritos diante de Deus.

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