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Julio 2017

A dimensão socioestrutural da opção pelos pobres

A consciência explícita dessa problemática e desse desafio é relativamente recente na Igreja

A Igreja da América Latina ajudou o conjunto da Igreja a redescobrir nas últimas décadas a centralidade dos pobres e marginalizados na revelação e na fé cristãs. Apesar das ponderações, das advertências, dos receios e das “precisões”, admitese, em geral, que o cuidado dos pobres e marginalizados é constitutivo da fé cristã.
E essa consciência foi assumida de modo explícito inclusive pelo magistério da Igreja de Roma. Na Carta Encíclica Solicitudo Rei Sociales (1987), João Paulo II fala da “opção ou [do] amor preferencial pelos pobres” como um dos temas e uma das orientações “repetidamente ventilados pelo Magistério nestes últimos anos”2 Na Carta Encíclica Deus Caritas Est (2005), Bento XVI fala da caridade como um dos “âmbitos essenciais” da Igreja. Ela “pertence tanto à sua essência como ao serviço dos sacramentos e ao anúncio do Evangelho”. E na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium (2013), o Papa Francisco a$rma que “no coração de Deus, ocupam lugar preferencial os pobres”, que “esta preferência divina tem consequências na vida de fé de todos os cristãos” e que, “inspirada por tal preferência, a Igreja fez uma opção.

A dimensão socioestrutural da opção pelos pobres

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Revista da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB)

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